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10 de jan de 2015

LIMPANDO O VÍCIO DE FUMAR - A Dependência da Nicotina - Parte 3


Nicotina é um alcaloide (substância orgânica nitrogenada existente nas plantas e em alguns fungos), encontrado nas folhas do tabaco (Nicotiana tabacum), planta originária das Américas. 

Absorvida por via oral ou pulmonar, chega ao cérebro em segundos e depois, dissolvida no sangue, vai sendo excretada rapidamente.

Quando os neurônios percebem que ela está escapando dos receptores, provocam um grau de ansiedade que só quem foi fumante sabe o que representa. É a crise de abstinência.

Entre as mais de 4.700 substâncias nocivas presentes no cigarro, a nicotina é a responsável pela dependência, que é maior do que a de drogas como a cocaína e a heroína. As primeiras tragadas que o indivíduo dá na vida, em geral, são acompanhadas de tontura, enjoo, mal-estar. 

Depois, trazem sensação de prazer fugidio e, a seguir, alterações de humor causadas pela privação da droga. Assim, cigarro após cigarro, o organismo do fumante e também o do não fumante que convive no mesmo ambiente vai sendo minado e a saúde dos dois acaba seriamente comprometida.

Nicotina é uma droga que anda com péssimas companhias. Pouco contribui para as doenças causadas pelo cigarro, deixa o serviço sujo por conta das centenas de substâncias tóxicas resultantes da queima do fumo, inaladas ao mesmo tempo.

É ela, entretanto, a responsável pela dependência química que escraviza o usuário. Não existisse nicotina nas folhas de fumo, o cigarro daria tanta satisfação quanto fumar um pé de alface.

80% dos que tentam livrar-se dessa droga fracassam já no primeiro mês de abstinência e porque míseros 3% permanecem abstinentes depois de um ano.

O cigarro é um dispositivo projetado para administrar partículas de nicotina dispersas na fumaça.

Absorvida nos alvéolos pulmonares, a droga cai na circulação e chega ao cérebro em velocidade vertiginosa: 6 a 10 segundos.

Sabe Deus por que capricho, os neurônios de algumas áreas cerebrais possuem pequenas antenas (receptores) às quais a nicotina se liga. A ligação com os receptores abre canais na membrana desses neurônios, através dos quais transitarão diversos neurotransmissores, substâncias que interferem com a intensidade dos estímulos que trafegam de um neurônio para outro.

Um deles é a dopamina, mediador associado às sensações de prazer e à compulsão que nos faz repetir as experiências que as proporcionaram, sejam sexuais, gustativas ou induzidas artificialmente por drogas psicoativas como cocaína ou maconha.

A nicotina induz prazer e reduz o estresse e a ansiedade. O intervalo entre as tragadas é ajustado na medida exata para controlar a excitação e o humor. Fumar melhora a concentração, a prontidão das reações e a performance de algumas tarefas. A simples manipulação do maço, o gosto, o cheiro e a passagem da fumaça pela garganta são suficientes para trazer bem estar ao dependente.

A razão mais importante para esses benefícios é o simples alívio dos sintomas da síndrome de abstinência. Das drogas conhecidas, nenhuma causa abstinência mais avassaladora: irritabilidade, agitação, mau humor, ansiedade crescente e anedonia, a incapacidade de sentir prazer.

A exposição repetida dos neurônios à nicotina dispara o mecanismo de tolerância ou neuroadaptação, por meio do qual o número de receptores aumenta em suas membranas. Como consequência, para experimentar o mesmo prazer do principiante o cérebro passa a exigir doses cada vez mais altas. Negar-se a fornecê-las é cair no inferno.

A repetição diária de crises de abstinência alternadas com a felicidade de ficar livre delas leva o cérebro a associar os efeitos agradáveis da nicotina com certos ambientes, situações e momentos específicos. Esse conjunto de fatores é responsável pelo condicionamento que obriga a acender mecanicamente um cigarro antes mesmo da necessidade consciente de fazê-lo.

Estados de humor desagradáveis, ansiedade e irritação de qualquer origem são lidos pelo cérebro como falta de nicotina e urgência para fumar.

Estudos realizados com irmãos gêmeos mostram elevado grau de predisposição genética envolvido na aquisição da dependência, nas características dos sintomas de abstinência e até no número de cigarros fumados por dia.


O comportamento das mulheres fumantes é mais influenciado pelo condicionamento e pelos estados de humor negativos; o dos homens, mais pelos estímulos farmacológicos da droga. Os homens regulam as doses de nicotina inaladas com mais precisão e conseguem parar de fumar com menos sofrimento.

Primariamente, a nicotina é metabolizada por uma enzima do fígado (CYP2A6). Pessoas nas quais essa enzima apresenta atividade reduzida, mantém a droga mais tempo em circulação e tendem a fumar menos. Metabolizadores rápidos precisam fumar mais, apresentam sintomas de abstinência mais intensos e encontram maior dificuldade para largar do cigarro.

Droga maldita. Não conduz a nenhum nirvana, não desperta fantasias psicodélicas nem traz sensação de felicidade plena. O que faz o fumante cair nas garras do fornecedor é o condicionamento associado à sucessão dos sintomas de abstinência aplacados imediatamente pelo cigarro seguinte. Fumar se torna condição sine qua non para sobreviver com dignidade.

Infernizar a vida do fumante é mau método para fazê-lo deixar de fumar. Ele é o primeiro a reconhecer os malefícios do fumo e só não larga porque não consegue: a nicotina provoca a dependência química mais feroz de todas as drogas.

As pessoas, conscientes do sofrimento que o cigarro traz, ficam desesperadas para convencer familiares e amigos a abandonar o vício. Nós, médicos, muitas vezes fazemos o mesmo com os pacientes que nos procuram.

No caso da dependência de nicotina, esse desespero para livrar pessoas queridas do sofrimento que o fumo lhes causará é, com frequência, contraproducente. 


Existem cinco fases:

1) Fase de pré-contemplação: nela, o fumante jura que consegue largar a hora que quiser; se não o faz imediatamente, é porque não tem vontade. Afirma que o fumo não faz tanto mal quanto apregoam, que sua saúde nada fica a dever à de muitos que nunca fumaram e que o tio fumou cigarro sem filtro até os 80 anos e morreu atropelado.

Nessa fase, a intervenção deve ser ocasional, limitada a chamar a atenção para as vantagens da abstinência: melhora do hálito, do fôlego, do sabor dos alimentos, etc.

Talvez caiba aqui uma adaptação do lema dos Alcoólicos Anônimos: “Se você quer fumar, o problema é seu. Se quiser largar, posso ajudar”.

Não esquecer que o dependente precisa de apoio; condenações são ineficazes.

2) Fase de contemplação: ele chegou à conclusão de que precisa largar, mas hesita em marcar data para fazê-lo. No íntimo, não consegue imaginar a vida sem a droga.

Vive dominado por sentimentos de autocomiseração: “Pobre de mim, nunca mais um cigarrinho! Nem depois do café? Nem do copo de cerveja? E se eu engordar e ficar horrível?”.

Nesse estágio, determinação e covardia se alternam em ciclos. Seria o momento ideal para encaminhar o fumante aos grupos de apoio, não fossem eles tão raros entre nós.

A essa altura, se o médico quiser ajudar, é prudente medir as palavras. O melhor é exaltar as vantagens da vida sem fumar e discutir os métodos existentes para enfrentar a síndrome de abstinência de nicotina, mas com cautela. A fase de contemplação não é adequada para submeter ninguém a discursos antitabagistas nem prescrições de medicamentos ou de adesivos de nicotina.

3) Fase de ação: começa quando o fumante marcou data para o último cigarro. É o momento em que ele mais precisa da ajuda dos familiares, dos amigos e de um médico com experiência na área, se possível.

Deles, espera-se a sabedoria de oferecer apoio irrestrito à decisão, mas deixar claro que, em caso de desistência, não agirão de forma reprovativa. Nada desencoraja mais o fumante de tentar parar do que o medo do fracasso.

Durante esse estágio, adesivos de nicotina ou a bupropiona, medicamento que reduz a ansiedade provocada pela síndrome de abstinência, podem ser muito úteis.

4) Fase de manutenção: aqui é importante estimular o ex-fumante a apregoar sua nova condição para os amigos. É durante a manutenção que o ex-fumante tratado com adesivos ou bupropiona deixa de usá-los; daí em diante é por conta dele.

A maioria dos que largaram de fumar concorda que, depois de seis meses, o sofrimento praticamente desaparece. De fato, grande parte das desistências acontece nesse período.

5) Recidiva: diversos estudos mostram que a maior parte dos fumantes só consegue ficar livre da dependência depois de três ou quatro tentativas. Quando a pessoa volta a fumar, é fundamental reconhecer para qual das fases anteriores regrediu.

Se retornou à fase pré-contemplativa, por exemplo, não adianta vir com ladainha para convencê-la a largar de novo. Nada destrói mais a autoestima de alguém quanto voltar a fumar depois de meses ou anos de abstinência.

Recriminações não lhes fazem falta. Se quisermos ajudá-los, devemos dizer-lhes que fracassar diante da nicotina não é humilhação. Humilhante é não reagir contra a dependência que ela provoca.

Fonte: Dr. Drauzio Varella


Leia também:

LIMPANDO O VÍCIO DE FUMAR - Autópsia de um Assassino - Parte 1

LIMPANDO O VÍCIO DE FUMAR - A Indústria do Tabaco - Parte 2

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7 de jan de 2015

Confronto com Velhos Padrões e Bloqueios Energéticos - Energia de 2015


Este tempo em nossa história humana contém muito poder, enquanto somos chamados a criar um mundo consciente,com base na consciência de unidade.

Nosso mundo está mudando em um ritmo acelerado, enquanto as velhas estruturas e padrões continuam a se desintegrar e somos forçados a reavaliar nossas vidas e a maneira em que nós escolhemos viver.

O ritmo a que estamos sendo confrontados, com velhos padrões e bloqueios energéticos aumentou significativamente e podemos sentir que estamos sendo lançados de um extremo ao outro, sem pausa. 

Nossa maior responsabilidade neste momento é a de nos reconectarmos com o nosso poder espiritual e nos tornarmos claramente os canais de amor, sabedoria e compaixão Divina.

Muitos podem se perguntar, em um momento ou outro, por que eles encarnaram aqui neste momento. 

Qual é o objetivo? 
O que estamos aqui para fazer? 

Ainda mais do que nunca estas questões surgem à medida que avançamos neste novo ano e começamos ativamente a criar uma nova Terra.

Podemos estar certos de que estamos aqui para tomar medidas e executarmos certas tarefas que são ao mesmo tempo exclusivas e essenciais para o nosso crescimento individual e coletivo e a nossa cura.

Os últimos anos têm sido um período de grande transformação e despertar, onde novos padrões de energia foram ancorados em nosso planeta, criando uma limpeza significativa de energia tóxica. 

Esta limpeza criou espaço para energias de vibração mais elevada para serem ancoradas em nossos corpos físicos e, portanto, na Terra.

À medida que essas energias são ancoradas todos os aspectos de nossos campos de energia são unificados, criando um núcleo estável e equilibrado, que irá nos apoiar através das mudanças contínuas.

Com um novo ano vem um novo ciclo, com a possibilidade de uma nova vida e uma nova direção. Neste ano, muitas oportunidades irão aparecer para que você possa integrar as energias de vibração mais elevada em sua experiência. 

A integração e unificação das energias mais elevadas dentro de seu campo de energia continuará em grande parte deste ano, enquanto ondas de energia da luz continuam a mover-se através da consciência coletiva.

Estas ondas de energia irão aprofundar a sua conexão com o Divino e ativarão a sua sabedoria interior da Alma, o conhecimento e os entendimentos necessários para continuar a manifestação de uma nova realidade.

A energia de 2015 será focada na ativação dos seus sonhos, intenções e idéias, e enquanto o ano se desenrola você virá a entender a melhor forma de realizar uma nova vida que apoie as necessidades do seu coração, alma e espírito.

É essencial que você aplique a sabedoria e o conhecimento que você ganhou ao longo dos últimos anos ao fazer escolhas e tomar medidas. 

Evite cair no hábito dos velhos padrões do medo e da limitação. 

Lembre-se que a programação baseada no medo irá mantê-lo preso dentro de velhos padrões e crenças, o que torna impossível a criação de sua nova realidade. 

O que você criar neste ano deve ser impulsionado pela nova consciência e energia que você conseguiu até agora. Suas escolhas devem capacitá-lo para criar e manifestar ativamente o caminho de sua natureza divina e o caminho do seu coração.

A energia em janeiro vai tanto expandir a sua consciência, quanto recarregar seus campos de energia. 

Você está em vias finais de uma grande liberação, o que serve para liberar tudo o que não lhe serve mais. Com esta liberação, você pode ter sintomas físicos ou seja, dores de cabeça, dores no peito, palpitações cardíacas, dores, tonturas e muito mais. 

Você pode muito bem ser confrontado com oportunidades para limpar todos os detritos remanescentes do ano passado e ser guiado para liberar o que limita ou diminui a sua energia de alguma forma. 

Para alguns, isso pode ser o fim de um relacionamento que sobreviveu à sua finalidade. Para outros, pode significar uma purificação de velhos padrões emocionais e mentais.

Poderia ser tão simples como a necessidade de limpeza do seu espaço. O que quer que você seja chamado para liberar, irá afastá-lo de sua zona de conforto, para analisar e refletir sobre o que deu forma à sua realidade atual e descobrir novas formas de viver e de ser que servem ao crescimento de sua alma. Isso irá mudá-lo para um novo espaço, um espaço para novas oportunidades para expandir sua compreensão da criação e do processo através do qual você manifesta a sua vida.

O caminho que tem seguido até agora nem sempre foi fácil. Seguir o caminho do seu coração exige força e coragem. Isto exige que você vá além das limitações do medo, de modo que você possa abrir o seu coração, libertar sua alma e se envolver conscientemente com o seu Espírito.

Devido aos seus esforços no ano passado, 2015 promete ser um ano muito diferente, um ano em que você poderá perceber plenamente os frutos do seu crescimento.

Os conhecimentos adquiridos durante este mês irão lhe permitir que você aja, criando e manifestando mudanças necessária e novos começos. Para que você possa utilizar plenamente esta energia, você deve sair e avançar, sabendo que está sendo divinamente guiado, apoiado e amado.

Neste ano, é vital que você ouça a orientação intuitiva que receber e aja de acordo com ela. Esteja disposto a abraçar o novo. 

Crie uma conexão interior mais profunda, de modo que você seja apoiado, abraçando o desconhecido e se reconectando com seu destino pessoal. 

Agora é a hora de se comprometer totalmente com a tomada de ação criando a vida a que você está destinado. 

Defina suas intenções e desperte seus sonhos. 

Concentre sua consciência e permita que seu coração oriente todas as suas ações. 

Ligue-se à criatividade perene que reside em seu interior e experimente uma abundante fonte de energia e inspiração.

Compartilhe a sua natureza divina e você redescobrirá a magia que existe em todos os momentos.

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4 de jan de 2015

LIMPANDO O VÍCIO DE FUMAR - A Indústria do Tabaco - Parte 2

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LIMPANDO O VÍCIO DE FUMAR - Autópsia de um Assassino - Parte 1


Fumar ou não fumar... Eis a questão !

Já perdi a conta de quantas vezes já parei e já retornei ao vício. Só quem é fumante sabe o quanto é complicado abandonar, mas é necessário. Eu mesma parei e pretendo não voltar ao vício. 

O segredo ? 

Muitos diriam: força de vontade, determinação, medo de doenças, benefício à saúde. Sim é tudo isso junto.

Mas o mais importante: O abandono de qualquer vício seja cigarro, bebida, etc envolve o DESAPEGO e CORTE do elo com aquela energia mais do que negativa.

E essa é a chave para a sintonia com a Luz, a evolução e Ascensão.

Então aqui irei propor uma jornada aos que querem se juntar à tribo dos não-fumantes, revelando os benefícios de tudo isso e expondo friamente as consequências desse ato tão nocivo e nojento que é o vício de fumar.

Sob TODOS os pontos de vista e aspectos.

Vamos lá !

Em primeiro lugar é necessário sabermos o que estamos colocando dentro do nosso organismo. Do que é feito o cigarro, quais as substâncias, como ele age em nosso corpo e cérebro.




Substancias tóxicas e radioativas 

A fumaça do cigarro é uma mistura de cerca de 5 mil elementos diferentes, fornecendo ao fumante um coquetel de substancias tóxicas, cancerígenas e ate radioativas.

(5 mil !!!!!!)

Entre as substâncias radioativas encontradas, esta o polônio 210 (PO-210) e o carbono 14 que são também carcinogênicos, ou seja provocam câncer.

Já as tóxicas e cancerígenas encontradas estão compostos como Nicotina, monóxido de carbono (CO), Amônia, Tolueno, Cianeto, Butano, Arsênio, Níquel, Acetato de chumbo, benzopireno e cádmio, Terebentina, Xileno, Ácido levulínico, Fósforo P4 P6.

Acetaldeído - Produto metabólico primário do etanol na sua rota de conversão a ácido acético. É um dos agentes responsáveis pela ressaca.

Acetona - Solvente inflamável.

Ácido cianídrico - Cianeto hidrogenado extremamente venenoso devido à habilidade do íon em se combinar com o ferro da hemoglobina, bloqueando a recepção do oxigênio pelo sangue. Mata por sufocamento.

Acroleína - Composto que possui odor e sabor amargo obtido pela desidratação da glicerina por bactérias.

Alcatrão - Resíduo tóxico cancerígeno que colabora com o vício do mesmo e obstrui as vias respiratórias.

Amoníaco - Composto químico usado em produtos de limpeza. Arsênico – Composto extremamente tóxico, veneno puro.

Benzopireno - Substância cancerígena que facilita a combustão existente no papel que envolve o fumo.

Butano - Gás incolor, inodoro e altamente inflamável. DDT – Agrotóxico. Dietilnitrosamina – Composto que causa lesão hepática grave.

Fenol - Ácido carbólico corrosivo e irritante das membranas mucosas. Potencialmente fatal se ingerido, inalado ou absorvido pela pele. Causa queimaduras severas e afeta o sistema nervoso central, fígado e rins.

Formol - Formaldeído, componente de fluído conservante, que causa irritação dos olhos, nariz, garganta e pele, mutagênico e carcinogênico suspeito.

Mercúrio - Causa dor de estômago, diarréia, tremores, depressão, ansiedade, gosto de metal na boca, dentes moles com inflamação e sangramento na gengiva, insônia, falhas de memória e fraqueza muscular, nervosismo, mudanças de humor, agressividade, dificuldade de prestar atenção e até demência.

Metais pesados - Chumbo e cádmio. Causam a perda de capacidade ventilatória dos pulmões, além de dispnéia, fibrose pulmonar, hipertensão, câncer nos pulmões, próstata, rins e estômago.

Metanol - Álcool metílico usado como combustível de foguetes e automóveis.

Monóxido de carbono - Gás inflamável, inodoro e muito perigoso devido à sua grande toxicidade por formar com a hemoglobina do sangue um composto mais estável do que ela e o oxigênio, podendo levar à morte por asfixia.

Naftalina - Substância cristalina branca, volátil, com odor característico antitraça.

Nicotina - Alcalóide usado como herbicida e inseticida com cheiro desagradavel e venenoso, que constitui o princípio ativo do tabaco. Provoca cancro nos pulmões devido à metilização.

Níquel - Armazenam-se no fígado e rins, coração, pulmões, ossos e dentes – resultando em gangrena dos pés, causando danos ao miocárdio etc..

Pireno - Hidrocarboneto aromático cancerígeno.

Polônio - Elemento altamente radioativo e tóxico e o seu manuseio requer a utilização de equipamento especial usado com procedimentos restritivos.

Os poluentes do cigarro dispersam-se pelo ambiente, fazendo com que os não-fumadores próximos ou distantes dos fumantes, inalem também as substâncias tóxicas. 

Ou seja o fumante está se MATANDO e MATANDO todos à sua volta !


O tabagismo é considerado pela Organização Mundial da Saúde (OMS) a principal causa de morte evitável em todo o mundo. 

A OMS estima que um terço da população mundial adulta, isto é, 1 bilhão e 200 milhões de pessoas (entre as quais 200 milhões de mulheres), sejam fumantes. 

Pesquisas comprovam que aproximadamente 47% de toda a população masculina e 12% da população feminina no mundo fumam.

Enquanto nos países em desenvolvimento os fumantes constituem 48% da população masculina e 7% da população feminina, nos países desenvolvidos a participação das mulheres mais do que triplica: 42% dos homens e 24% das mulheres têm o comportamento de fumar.

O total de mortes devido ao uso do tabaco atingiu a cifra de 4,9 milhões de mortes anuais, o que corresponde a mais de 10 mil mortes por dia. 

Caso as atuais tendências de expansão do seu consumo sejam mantidas, esses números aumentarão para 10 milhões de mortes anuais por volta do ano 2030, sendo metade delas em indivíduos em idade produtiva (entre 35 e 69 anos) (WHO, 2003).

O INCA desenvolve papel importante como Centro Colaborador da Organização Mundial da Saúde (OMS) para o Programa "Tabaco ou Saúde" na América Latina, cujo objetivo é estimular e apoiar políticas e atividades controle do tabagismo nessa região, e no apoio à elaboração da Convenção Quadro para o Controle do Tabaco, idealizada pela OMS para estabelecer padrões de controle do tabagismo em todo o mundo.


Tabagismo passivo

Define-se tabagismo passivo como a inalação da fumaça de derivados do tabaco (cigarro, charuto, cigarrilhas, cachimbo e outros produtores de fumaça) por indivíduos não-fumantes, que convivem com fumantes em ambientes fechados.

A fumaça dos derivados do tabaco em ambientes fechados é denominada poluição tabagística ambiental (PTA) e, segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), torna-se ainda mais grave em ambientes fechados.

O tabagismo passivo é a 3ª maior causa de morte evitável no mundo, subseqüente ao tabagismo ativo e ao consumo excessivo de álcool. 

O ar poluído contém, em média, três vezes mais nicotina, três vezes mais monóxido de carbono, e até cinqüenta vezes mais substâncias cancerígenas do que a fumaça que entra pela boca do fumante depois de passar pelo filtro do cigarro.

A absorção da fumaça do cigarro por aqueles que convivem em ambientes fechados com fumantes causa:

Em adultos não-fumantes:

• Maior risco de doença por causa do tabagismo, proporcionalmente ao tempo de exposição à fumaça;
• Um risco 30% maior de câncer de pulmão e 24% maior de infarto do coração do que os não-fumantes que não se expõem.

Em crianças:

• Maior freqüência de resfriados e infecções do ouvido médio;
• Risco maior de doenças respiratórias como pneumonia, bronquites e exarcebação da asma.

Em bebês:

• Um risco 5 vezes maior de morrerem subitamente sem uma causa aparente (Síndrome da Morte Súbita Infantil);
• Maior risco de doenças pulmonares até 1 ano de idade, proporcionalmente ao número de fumantes em casa.

Fumantes passivos também sofrem os efeitos imediatos da poluição tabagística ambiental, tais como, irritação nos olhos, manifestações nasais, tosse, cefaléia, aumento de problemas alérgicos, principalmente das vias respiratórias e aumento dos problemas cardíacos, principalmente elevação da pressão arterial e angina (dor no peito). 

Outros efeitos a médio e longo prazo são a redução da capacidade funcional respiratória (o quanto o pulmão é capaz de exercer a sua função), aumento do risco de ter aterosclerose e aumento do número de infecções respiratórias em crianças.

Os dois componentes principais da poluição tabagística ambiental (PTA) são a fumaça exalada pelo fumante (corrente primária) e a fumaça que sai da ponta do cigarro (corrente secundária). Sendo, esta última o principal componente da PTA, pois em 96% do tempo total da queima dos derivados do tabaco ela é formada.

Porém, algumas substâncias, como nicotina, monóxido de carbono, amônia, benzeno, nitrosaminas e outros carcinógenos podem ser encontradas em quantidades mais elevadas.

Isto porque não são filtradas e devido ao fato de que os cigarros queimam em baixa temperatura, tornando a combustão incompleta (IARC, 1987). Em uma análise feita pelo INCA, em 1996, em cinco marcas de cigarros comercializados no Brasil, verificou-se níveis duas 2 vezes maiores de alcatrão, 4,5 vezes maiores de nicotina e 3,7 vezes maiores de monóxido de carbono na fumaça que sai da ponta do cigarro do que na fumaça exalada pelo fumante.

Os níveis de amônia na corrente secundária chegaram a ser 791 vezes superior que na corrente primária. 

A amônia alcaliniza a fumaça do cigarro, contribuindo assim para uma maior absorção de nicotina pelos fumantes, tornando-os mais dependentes da droga e é, também, o principal componente irritante da fumaça do tabaco.

Avanços na Atualidade

Tanto no avanço do conhecimento por parte da população sobre os malefícios do tabagismo em geral e em especial, da fumaça ambiental do tabaco em locais fechados como na criação de legislação local que proíbe totalmente o fumo nestes ambientes, o Brasil, país de dimensões continentais, já apresenta resultados positivos.

Sete estados e 23 municípios brasileiros já entenderam a importância da adoção de ambientes 100% livres da fumaça do tabaco e aprovaram legislações próprias, aperfeiçoando a Lei Federal 9.294/96 e implementando ambientes públicos e privados 100% livres da poluição tabagística ambiental. Para tal, contaram com o apoio das secretarias estaduais e municipais de saúde além da população, promovendo assim, políticas públicas saudáveis.

Com a adoção de medidas desta natureza, estados e municípios contribuem para a elevação da qualidade de vida da população brasileira e para redução dos custos decorrentes das doenças crônicas tabaco-relacionadas que, apesar de altamente evitáveis, hoje sobrecarregam todo o sistema de saúde do país.

O número de óbitos anuais (2.655), ocasionados pela exposição ao fumo passivo poderia ser evitado pela prevenção desta exposição. Além disso, o gasto do Sistema Único de Saúde com o tratamento destes não-fumantes que morrem todo ano no Brasil em conseqüência de doenças provocadas pelo tabagismo passivo não chegaria a pelo menos R$ 19,15 milhões anuais.

Atualmente, as legislações locais de promoção de ambientes 100% livres de fumo têm sido questionadas judicialmente, sob o argumento da inconstitucionalidade. Na esfera federal, observa-se o retardo da votação do Projeto de Lei 315/08 que visa proibir nacionalmente o ato de fumar em recintos coletivos fechados.

Organizações dos setores de alimentação, hotelaria e entretenimento vêm realizando um forte lobby junto aos parlamentares federais para que a medida não seja aprovada. 

A justificativa é um possível impacto da proibição de fumar em bares e restaurantes sobre a clientela e o lucro destes estabelecimentos, que não se verificou em nenhum país, estado ou município que já implementou a medida.


Assustador não ? Isso é só o começo...

Continua na Parte 2 - clique:

LIMPANDO O VÍCIO DE FUMAR - A Indústria do Tabaco

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1 de jan de 2015

Muita Luz em 2015




Olá amigos !

Desejo à toda a humanidade muita luz em 2015. 

Que mais e mais mentes possam se abrir para a realidade do Planeta, despertando pessoas e que essas se juntem à grande fraternidade de luz que trabalha e contribui todos os dias para resgatar a nossa Gaia dessa era de trevas que vivenciamos.

Para isso é necessário a mudança de hábitos, o desapego de situações, limpeza de vícios, de elos, de egrégoras negativas, de situações e de pessoas nocivas que atrasam e atrapalham o nosso processo evolutivo.

Pretendo focar o Blog esse ano colocando aqui postagens que possam ajudar a pessoas nesse sentido e nesse desapego, para que juntos possamos realizar essa grande faxina necessária.

Angel Lux Starseed

"O ser humano vivencia a si mesmo, os seus pensamentos como algo separado do resto do universo, numa espécie de ilusão de ótica da sua consciência. E essa ilusão é uma espécie de prisão que nos restringe aos nossos desejos pessoais, conceitos e ao afeto por pessoas mais próximas. A nossa principal tarefa é a de nos livrarmos dessa prisão, ampliando o nosso círculo de compaixão para que ele abranja todos os seres vivos e toda a natureza em sua beleza. Ninguém conseguirá alcançar completamente esse objetivo, mas lutar pela sua realização já é por si só parte da nossa liberação e o alicerce da nossa segurança interior". (Albert Einstein)

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